FALA O RACIONAL SUPERIOR – NASCE O EQUILÍBRIO: FIM DO SOFRIMENTO – PARTE 1

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(Extraído dos Livros Universo em Desencanto)

 

Formaram a vida artificial, tão cheia de recheios encantadores, emocionantes, delirantes, cheia e recheada de altíssimas fantasmogorias, que calou bem no sentimento de todos como grande realidade, profundamente, de que a vida seria essa mesma, porque não tinham conhecimento de outra vida, a causa desta.

Então o recheio, muito bem ornamentado e muito bem colorido, com todos os requisitos sugestivos, emocionantes, atraentes, catequizadores e parecia que a vida ia reflorescer e se robustecer do maior brilhantismo harmonioso de todos os tempos, para a vida eterna.

Então, julgavam, no alvorecer de todas essas cantigas históricas, para a sugestão da vida, todos julgavam que, em futuro, seria um mar de rosas e de felicidade.

Então, a harmonia resplandecia entre todos.

Parecia que brilharia uma nova aurora, muito melhor, no decorrer dos tempos e tudo seria melhor e bem melhor do que era presentemente.

Os contos sugestivos e emocionantes faziam todos brilhar de alegria e, assim, conservavam os historiadores a esperança que todos tinham do brilhantismo do futuro.

E o povo, sempre muito atrasado, aceitava as fabulosas e eloquentes oratórias, como o maior dos maiores triunfos da vida em trânsito.

E, desse modo, o falso respeito brilhava.

As aparências pareciam um céu cor de rosa.

E todos nestas contradanças se envergavam de respeito, como se tudo fosse as maiores verdades de todos os tempos.

E desse modo o povo se arrastava no maior atraso que podia existir: uma mentira era uma grande verdade!

E, assim, até que nos meados do tempo surgiu a cultura que desenvolveu as novas gerações.

E, daí, novas gerações, nova cultura mais adiantada; e assim foi o desenvolvimento cultural.

Surgiu de uma tal maneira, que a juventude, sem meios de espécie alguma, julgava e pensava em formular a vida.

Mas, tudo ficou na vontade!

Daí, então, não souberam conscientizar com o equilíbrio e se desmoronaram por subterfúgios, de um modo de enfraquecimento, pela indolência, de serem muito medíocres para o que se propunham!

E dessa maneira se desequilibraram, se enveredando para torpes da ingenuidade, em busca na matéria para suavizar seus males, com entorpecentes venenosos, sem julgar, pela inocência, que seus sacrifícios seriam um protesto desastroso para si mesmo e não para mais ninguém.

Então, essa juventude se perdeu pelo euforismo de querer ser o que não estava em condições de ser!

E por não estarem em condições de ser, se prejudicaram com as aventuras sem limite e com os seus abusos contra si mesmo.

Ficando a maioria inutilizada pelo abuso do livre arbítrio, porque já pensavam ser aquilo que não eram.

Se julgavam donos do direito e da razão!

Infantes, sem amadurecimento algum da vida.

Julgavam que podiam fazer, na sua adolescência, o que não podia ser.

Pensavam que seriam a palmatória do mundo, com os seus sonhos de juventude sem freio, completamente inexperientes da vida.

E por não poderem realizar os seus sonhos, foram procurar sonhar de maneiras diferentes, prejudiciais a si mesmo.

Tudo isso, euforismo do desenvolvimento cultural, em vez de equilibrá-los, fez efeito ao contrário: desequilibrou!

E dessa maneira, hoje se arrastam, prejudicados pelos sonhos de livre arbítrio.

De uma consciência ainda não formada, por não ter idade suficiente do conhecimento prático da vida.

Então, caíram em ruínas com seus protestos, por falta de amadurecimento do senso psicológico da vida.

O resultado: entraram em recesso!

Tudo isso euforismo de um idealismo inconsciente, sem raízes precisas para o seu bom funcionamento.

E por ser tudo feito no ar, idealismo sem pé nem cabeça, acabaram se desequilibrando, por perder a cabeça.

E, hoje, todos em função de “João ninguém”, por frustações dos jovens e inexperientes, que não têm amadurecimento preciso para saberem se ordenar com respeito a tudo e a todos, com exatidão certa de paz e amor, para que todos fossem felizes nos seus empreendimentos.

PORQUE NÃO É SENDO CONTRA ALGUÉM QUE SE VENCE!

Para se vencer na vida é preciso ser apoiado por todos e por tudo.

Ter o apoio de todos para poder vencer.

Quem quer vencer na vida não pode ser contra ninguém, tem que ser a favor de todos e estar bem com todos para poder vencer.

NÃO É COM VIOLÊNCIAS QUE SE VENCE!

Violência gera violência; é com paz, amor e fraternidade, para que todos digam amém.

Mas, a inexperiência redunda em más consequências.

Há muito sofrem os resultados de sua ingenuidade de jovem e juventude, que não podiam ser entendidos e ficaram todos desentendidos.

Tudo isso por euforismo do desenvolvimento cultural.

Estudaram muito, se desenvolveram além do limite de sua idade e, por se desenvolverem além do limite de sua idade, se desequilibraram e se prejudicaram com os seus modos inadequados ao que desejavam construir.

E assim é tudo que é fora de época, fora do tempo e fora do dia.

E se o idealismo endireitasse o mundo, há muito que o mundo estaria direito.

Há muito que o mundo está cheio de idealistas.

Ideias todos têm, mas, se ideias endireitassem o mundo, o mundo há muito estaria direito, porque idealistas já existiram milhares.

Ideias passam, tudo passa.

Porque tudo é aparência. E por tudo ser aparência, tudo se acaba.

E por isso ideias passam, ideias se acabam.

Se idealismo endireitasse o mundo, o mundo já há muito estaria direito, mas, ideias passam.

O mundo tem o seu andamento, a sua evolução natural da natureza, dona de todas as vidas.

O mundo vem de evolução em evolução, há muito. E, por isso, a transformação é constante na natureza e na vida.

E, de forma, mais um passado a lamentar, de quem nasceu ontem e quer se propor o mundo endireitar.

Só mesmo juventude mirim, ingênuos. E pela sua ingenuidade, que assim deram provas de sua grande mediocridade, se extraviando para o ostracismo.

Muito crianças, muito jovens, coisa de criança, tão crianças, que foram sonhar de outra maneira, sonhar com ervas venenosas.

Se não fossem crianças indolentes, saberiam, ao menos, se respeitar e se colocar no seu  lugar, como gente de bem.

GENTE DE BEM NÃO PROMOVE DISTÚRBIOS.

GENTE DE BEM RESPEITA TUDO E TODOS.

GENTE DE BEM SABE SE RESPEITAR.

GENTE DE BEM NÃO É IMPRUDENTE.

GENTE DE BEM RESPEITA OS MAIS VELHOS, QUE OS MAIS VELHOS MERECEM RESPEITO, COMO TUDO MERECE RESPEITO.

Mas, não tinham idade suficiente para evoluir culturalmente, não aguentaram o peso da cultura e se desequilibraram.

Esqueceram esse desequilíbrio, que tudo para se suceder bem é preciso respeito a tudo e respeito à ordem.

Com desrespeito à ordem, ninguém pode viver.

Onde há respeito e ordem se vive muito bem.

Esqueceram da principal coisa que rege a vida: ordem e respeito.

Tudo isso, euforismo pelo desenvolvimento cultural.

Não tinham idade para se desenvolver tanto (o desenvolvimento parou)! Não estavam em condições de aguentar o peso do desenvolvimento e se desequilibraram.

Vítimas do saber, por não estarem em condições de saber tanto!

Não tinham idade suficiente para receber o peso cultural.

O peso cultural foi tanto, que se desequilibraram, pensando ser o que não eram e querendo ser o que não podiam ser.

A euforia de verdadeiros doentes mentais.

Se vence na vida, sim, mas é com amor, paz e fraternidade e, não, com desordens, com distúrbios, com afrontas, com desrespeito, com desacato, com imprudência.

Dessa maneira, por si mesmo se destrói, porque o mau, por si mesmo se destrói.

Não é com brigas que se vence, não é com demandas que se vence. É com a paz, é com o amor, é com carinho, é com doçura, é com humildade, é com simplicidade, é cativando a amizade de todos que se vence e, não, com imprudência.

Imprudência gera más consequências.

O bem vence sempre, porque o bem todos precisam, todos querem. E o mal ninguém quer, ninguém suporta.

(Continua nas partes 2 a 4)

 

 

 

 

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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