A VERDADEIRA ORIGEM DA HUMANIDADE – PARTE 1

Antoine Laurent Lavoisier (Paris, 26/08/1743 – 08/05/1794) provou que “nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Mas, ficou a pergunta: por que e para quê?

Já o ilustre Albert Einstein (Ulm, 14/03/1879 – Princeton, EUA, 18/04/1955), físico de origem alemã, naturalizado norte americano, prêmio Nobel de física em 1921, provou que nós vivemos em um oceano elétrico e magnético, ou seja, que tudo é energia elétrica e magnética transformada em seres de diferentes formas e funções. E essa dualidade, elétrica e magnética, de fato está presente em todo o universo, senão, vejamos: macho (elétrico) versus fêmea (magnético); positivo (elétrico) versus negativo (magnético); yang (elétrico) versus ying (magnético); dia (elétrico) versus noite (magnético). E se continuarmos a catalogar tudo existente neste universo em que vivemos, resumiremos esse tudo em dois pólos: elétrico e magnético, que são opostos. Exercem força de atração um sobre o outro, mas, não se misturam, mantendo sempre cada um a sua natureza diferente.

Por isso, não se somam.

Porém, qual a origem dessa força elétrica e magnética? Por que surgiu? Como se deu sua formação? Neste ponto ficou paralisado o trabalho de Einstein.

A ciência sabe muito bem que a descoberta da origem do eletromagnetismo é a resposta para a origem do universo em que vivemos e, conseqüentemente, a desmistificação da origem da humanidade.

Essa, por sua vez, é a solução de todas as questões universais e a solução do equilíbrio dos seres humanos. Equilíbrio esse que nunca se realizou, embargado que ficou pelo mistério do eletromagnetismo.

Razão porque o mundo sempre foi e continua sendo de lutas e guerras: uns contra os outros, destruindo uns aos outros. E a paz verdadeira? Essa sempre muda ficou!

Ora, sabemos muito bem que não existe efeito sem causa. A causa do filho, por exemplo, é o pai, pois não há filho sem pai. O filho pode até desconhecer seu pai, mas sabe que existe em algum lugar ou existiu um homem, cujo espermatozóide fez possível a geração dele, filho.

Portanto, assim como tudo tem uma causa, uma origem, este mundo em que vivemos também tem a sua causa, a sua origem.

Existe, de fato, um mundo superior que deu origem a este em que vivemos. E como tudo isso começou? É o que vamos resumir a seguir e que está contido, com riqueza de detalhes, em 1006 livros, intitulados UNIVERSO EM DESENCANTO, onde está condensada a CULTURA RACIONAL, a Cultura do Desenvolvimento do Raciocínio (também conhecido como Glândula Pineal ou Epífise, localizada no istmo do mesencéfalo).

Antes de ser o que somos, corpos elétricos e magnéticos, o que éramos? Éramos corpos de massa cósmica pura, limpa, perfeita.

Vivíamos onde? Num mundo eterno, onde a energia é também pura, limpa e perfeita, ou seja, RACIONAL, não variante, por não existir nesse mundo nem eletricidade (positivo aparente), nem magnetismo (negativo). Por isso, um mundo onde não existe a lei da transformação, porque é pleno, totalmente equilibrado. Daí ser denominado MUNDO RACIONAL, ou PLANÍCIE RACIONAL.

Então, vamos iniciar a verdadeira história da humanidade.
Há 21 eternidades atrás (cada eternidade representa o início e o fim de uma deformação da natureza), uns tantos habitantes da PLANÍCIE RACIONAL, resolveram adentrar em uma pequena parte da PLANÍCIE, que não estava pronta para o progresso (o progresso de pureza que é desenvolvido na PLANÍCIE RACIONAL).

Foram avisados que não deveriam adentrar nessa parte, mas quiseram adentrar assim mesmo. E lá, sendo um mundo de pureza, não há coação à liberdade.

Assim, aquela parte não estando pronta, ou seja, apesar de pura, limpa e perfeita, não estar em progresso Racional, houve uma troca de energia, não tendo condições de suportar a energia em progresso dos habitantes que lá adentraram. Essa parte, então começou a deslocar da origem. Ao se deslocar, desligou-se do MUNDO RACIONAL.

Quando aqueles habitantes deram pelo deslocamento, quiseram retroceder, retornar ao MUNDO RACIONAL, o que não foi possível, em virtude do desligamento.

Nesse ponto, uns tantos resolveram paralisar aquele progresso formando, então, o ASTRAL SUPERIOR. Os demais resolveram continuar progredindo. Nessa continuação do progresso é que começaram a perder as virtudes, essas se reunindo em foco de luz fosca prateada que, mais tarde, deu origem ao que hoje é o sol.

Depois de iniciada a perda das virtudes, e o início da formação do sol, houve, assim, o desligamento do ASTRAL SUPERIOR.

Novamente, uns tantos resolveram interromper o progresso, quiseram retornar ao ASTRAL SUPERIOR, mas não puderam, já havia sido feito o desligamento daquele campo energético.

Esses que paralisaram o progresso nesse estágio, vieram a formar o ASTRAL INFERIOR.

Vejam bem, os habitantes do ASTRAL SUPERIOR, apesar de terem sido desligados do MUNDO RACIONAL, não perderam as suas virtudes. Apenas ficaram sem a ligação ao MUNDO RACIONAL. Por conseguinte, são corpos de energia pura, limpa, mas, não perfeita, por faltar a ligação ao mundo de origem, o MUNDO RACIONAL. Foi assim formado o campo de energia denominada ENERGIA MEDIADORA CONSCIENTE.

Já os que perderam as primeiras virtudes, dando início à formação do sol, que hoje, depois de totalmente deformado, é o pólo elétrico e magnético, esses, então, ficaram sob o comando e dependência desse pólo, completamente trancados, sem qualquer possibilidade de retorno, deformando-se cada vez mais, porque o foco de luz ia esquentando e deformando tudo. Ficaram submetidos a esse pólo que se tornou, com o tempo, um pólo elétrico e magnético, que é o sol. Tornaram-se, então, corpos elétricos e magnéticos invisíveis. São os chamados espíritos (outros dão nome de anjos, santos etc.), mas, na verdade, são corpos de energia elétrica e magnética e são “eternos” (aparentemente, pois estão fora do estado natural). Da parte elétrica, os bons (que é o bem aparente, pois são deformados) e da parte magnética, os maus.

CONTINUA NA PRÓXIMA POSTAGEM.

 

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
Esse post foi publicado em Livros. Bookmark o link permanente.

2 respostas para A VERDADEIRA ORIGEM DA HUMANIDADE – PARTE 1

  1. HOOZEMBERG SENA DE OLIVEIRA disse:

    Puxa! Como eu queria crer nisso! Há lógica, há coerência! Lembra o Mundo das Ideias de Platão, em que tudo é eterno e perfeito. Lembra a Cosmogonia dos egípcios das primeiras dinastias, em que o Absoluto (perfeito e infinito), vivendo no ‘mar das possibilidades’ quis ‘ver a si mesmo’ e criou o mundo dual, em que existimos. Mas veja esta Questão: por que uma dimensão equilibrada estável, onipotente sofreria um desfalque desses, com a degradação de sua essência, gerando seres imperfeitos e até moralmente desprezíveis como nós seres humanos? Isso é que não tem lógica. Esta mesma incoerência aparece no Jardim do Éden bíblico e nas explicações de Allan Kardec em seu Espiritismo. Como do perfeito surge o imperfeito, por falha? O perfeito se entediou?

    Para mim, é o seguinte: o Universo tem cerca de 13,5 bi de anos. Dizem os astro-físicos. É tempo demais para consciências inteligente se desenvolverem a ponto de dominarem tecnologias avançadas, inclusive as da transmissão de pensamento e de levitação. Mesmo a ciência e tecnologia humanas já estão dentro desses domínios. E só temos cerca de 400 anos de ciência. Ocorre que uma civilização muitíssimo mais avançada do que nós aportou neste planeta, sabe-se lá quando. Mas os Sumérios deixaram registros deles. Tal fato é demonstrado, como sabemos, nos estudos do filólogo Zecharia Sitchin, especialista em culturas mesopotâmicas, já falecido. Os sumérios datam de cerca de 6000 anos antes de Cristo. Eles já falavam daqueles “deuses” que vieram das estrelas, os Annunaki. A Bíblia fala dos Annakins, filhos de gigantes, habitantes de Canaã, próxima da Mesopotâmia. Então aquela civilização avançada encontrou seres vivos, os animais, aqui (talvez tenham trazido para cá um banco genético de seres vivos). Apossou-se de uma espécie deles, possivelmente símia, e alterou seu DNA, aumentando grandemente sua capacidade de raciocínio e dominação da natureza. Isso explica, para todos nós, inclusive para o estupefato Sitchin, o Rápido Progresso do “Homo sapiens”, que, de coletor-caçador, passou a agricultor, construtor de cidades e bibliotecas. Hoje está construindo astronaves com destino a Marte (Nikola Tesla, ao fim da vida, dizia falar com extraterrestres). Mas esse poderio técnico-científico está, entretanto, visceralmente ligado à Economia, à produção dos meios materiais de sobrevivência, hoje contemporaneamente dominada pelo sistema bancário, no qual homens superpoderosos demonstram, historicamente, organizarem-se de forma secreta não só para criarem programas de governo com fins globalistas, mas também para darem preferência, entre suas atividades, a cultos de deuses pagãos antigos (“annunaki”), entre eles os que exigiam a prática de sacrifício humano, assim como ocorreu na Suméria, em Canaã e mesmo nas Américas, com os Maias, que adoravam Quetsocoatl, o deus que veio das estrelas, alto, alvo, de olhos azuis, a “serpente emplumada.” Os maias desapareceram sem deixar vestígios explicativos de seu desaparecimento. (Para onde diabos foram eles?).

    Nos céus de nosso planeta papoucam objetos voadores encandescentes, rápidos, que aparecerem do “nada” e para o “nada” retornam. O centro de pesquisas subatômicas, CERN, na fronteira franco-suíça, está prestes, se não já, a provar que existem mundos paralelos ao nosso, há poucos milímetros de distância, existindo em diferentes vibrações de energia. Então, quer dizer que pode haver, POR UM LADO, mundos “espirituais”, também contactáveis através da mente (daí os iogues, ao entrarem em estado de baixa vibração mental, terem Experiência Cósmicas, contactando outros seres e até a Deus). POR OUTRO, há o nosso, material, tangível, “degradado” (do ponto de vista do Universo em Desencanto, ou mesmo da Bíblia ou dos Vedantas), mundo em que outras civilizações superavançadas se instalam em planetas como o nosso, instalam colônias de seres criados ou alterados por eles (o filme Prometeus nos mostra isso com o cinismo da Maçonaria ou de seus congêneres, donos das grandes empresas cinematográficas), e deixam neles ‘gerenciadores’ acompanhando a evolução cultural (de domínio sobre a natureza) dos seres criados ou alterados (talvez, quando aparecem discos voadores sobre cidades, como as Luzes de Phoenix, seja para catalogarem dados sobre recém-nascidos e mortos, ou algo assim. Vivem aparecendo “sem” sinais visíveis de seus objetivos). Os “nanunaki” (nome este que uso apenas figurativamente e não especificamente) que na Terra aportaram não têm por nós a predileção de pais por filhos, mas de criadores por criaturas, de cientistas por ratinhos. Talvez até nos desprezem. Talvez este desprezo, vendo-nos inclinados ao egoísmo e à matança de nossos semelhantes, se concretize em nos deixar ser dominados por outros entes (dentro mesmo daquela civilização tecnicamente superavançada), igualmente egoístas e maus. São estes indivíduos, que controlam aeronaves antigravitacionais, constantes na Bíblia, que entraram em contato com os Sumérios, de onde tiraram Abraão, e que criaram o povo de Israel, que hoje mantém íntima relação com o império dos EUA, através de autoridades sionistas (asquenazes), cabeças do sistema bancário mundial, ansiosos por chegarem o dia em que a Humanidade terá sido reduzida à quantidade ideal de controle.

    O vasto “lençol” de dominação bíblica estendido em grande parte do planeta — o Ocidente (o Oriente também tem sua dominação religiosa) — começou a ser tecido pelos “annunaki”, os mesmos que são contactados no Bohemia Grove pelos presidentes de países e superempresários no culto à Coruja), os mesmos que fazem o Clube Bilderberg, todos eles enganados pelos “annunaki” (o ex-maçom William Schnebelone, em vídeo na Net, fala de um disco voador flutuando sobre ele, a esposa e um mestre satanista quando reunidos para estudo da magia); fazem oposição à ala do bem representada pelos religiosos cristãos, estes tão crentes de que um Salvador irá voltar para libertá-los do futuro Anticristo, que o sistema bancário “illuminati”/Maçon/Catolicismo irá erguer sobre os países do mundo. E parece que estes tais levam a sério a agenda apocalíptica. De propósito. Vivem falando em Nova Ordem Mundial. A ONU, em terreno doado por David Rockfeller, já fala em Nova Ordem Mundial, segundo alguns noticiosos que circulam na Internet, onde nem tudo é verdadeiro, ou quase tudo é falso, quem sabe.

    Criaram o Cristianismo para tornar uma grande porção da Humanidade maleável, não-combatente, amorosa, crente de que Deus vai resgatá-la das mãos do Lobo (o pai de Jesus não passa de um deus annunaki, dono de um povo, Israel, usado para a globalização através do Priorado de Sião). Lamentavelmente, terão uma grande decepção quando nada descer do céu, em forma de ‘filho de Deus’. A não ser que haja mesmo um ente, daqueles “annunaki” que sentiram tristeza pela humanidade degradada; que não virá na forma do Jesus Cristo dos Evangelhos, mas em uma frota de naves, para estabelecer com seus seguidores um novo reino. Mas isto ainda está no campo da fé. Quase que pura fé, com mínimos elementos concretos. Não há provas de que Jesus, como homem, existiu, muito menos como deus ressurreto. Os únicos livros, que o “provam”, os Evangelhos, foram catalogados num Concílio (Niceia) sob a ordem de um imperador ambicioso, Constantino (“In hoc signus vince”). Em alguns países europeus o Cristianismo é chamado de Constantinismo. São Paulo aparece como intruso entre os 12 apóstolos, e nem sequer falou do Jesus-homem, com também o Jesus dos Evangelhos falou dele. “Há algo de podre no reino da dinamarca”.

    Esta é minha humilde opinião. Grande abraço a todos. Hoozemberg (Paraíba, PB, Campina Grande).

    Curtir

    • nalub7 disse:

      Prezado HOOZEMBERG SENA DE OLIVEIRA, seja muito bem-vindo! Havíamos digitado uma resposta para sua pessoa, com todas respostas e explicações que nos solicitou.
      Porém, achamos melhor um contato mais direto, pois, este assunto é seriíssimo. E quando encontramos pessoas sérias, como sua pessoa, sentimo-nos no dever de maior atenção.
      Estamos à sua disposição no email: raciocinar.sempre@gmail.com, através do qual lhe forneceremos nosso telefone, onde utilizamos DDD sem limites.
      Gratíssimos! Saudações Racionais!

      Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s