O RESPEITO AOS NOSSOS JOVENS

Um bom observador percebe facilmente a existência de fases na Natureza.  Assim como em nossa própria vida temos várias fases. E cada uma com suas necessidades e os entendimentos e procedimentos necessários ao nosso crescimento físico, emocional e psicológico.

Analogamente é a Natureza de quem fazemos parte.

É preciso atenção à fase em vigor.

Iniciada em 1935, a fase do Desenvolvimento do Raciocínio coloca fim aos valores, entendimentos e
procedimentos anteriores, construídos para a civilização humana, para a construção do homem pensante, entrando esses valores, entendimentos e procedimentos em total liquidação.

Antes de 1935, a Natureza, que nos gera e nos cria, mantém e governa, gerava seres dotados dos vírus
capacitados para desenvolver os seres humanos dentro da égide do pensamento e da imaginação, de forma a construir uma civilização baseada na matéria, visível
e invisível (a parte espiritual primária). Uma civilização das aparências.

Desse marco para frente, passou a gerar seres com outros vírus, mais evoluídos, propícios a desenvolver humanos
com outros valores, entendimentos e procedimentos, voltados para a construção de uma civilização voltada mais para a essência da vida e, não para a aparência
da vida.

Nessa transição de uma fase para a outra há um grande transtorno. Já que adultos da fase anterior, mantenedores ainda dos valores passados, tentam repassar esses valores para os que nascem. E esses últimos, por questões de geração, ficam sem condições de aceitar e entender os valores, entendimentos e procedimentos que lhes são
administrados pelos remanescentes da fase que acabou.

Observemos os jovens de hoje. Procuram a simplicidade no vestir, no falar, no escrever e no se comunicar. Adultos com pouca sensibilidade (ligados às aparências) batem de
frente com nossos jovens.

E de forma desumana, contrariando a tudo que sempre pregaram em termos de amor, paz e fraternidade, criticam esses jovens. Chegam ao deboche e ao absurdo da violência.

Como ficam nossos jovens? Completamente confusos por verem esses remanescentes falarem em paz, amor, fraternidade e, na prática, agirem exatamente ao contrário.

Essa confusão lhes tira o chão. Não encontram apoio, compreensão, carinho, amor, fraternidade. Sentem-se
completamente sozinhos, vazios, sem saber onde encontrar uma  porta para adentrarem e desenvolverem-se dentro daquilo para o qual foram dotados pela Natureza. Dentro daquilo que sentem.

Esses jovens tem grande valor, por já nascerem preparados para enxergar a vida e o mundo com olhos menos aparentes e mais substanciais.

E assim é que instala-se o conflito de gerações, que tem levado muitas jovens vidas preciosas à marginalidade de vários calibres.

Tudo isso por quê?

Por falta de verdadeiro amor, compreensão e fraternidade dos que teimam em continuar valorizando padrões obsoletos, em prejuízo da paz, do amor e da fraternidade.

Essa civilização em extinção, que valoriza as aparências, precisa urgentemente de procurar se evoluir, caso contrário, estaremos jogando muitos jovens num abismo sem volta.

Não nos ater às formas escritas e faladas, mas às essências escritas e faladas.

Não nos ater a etiquetas tradicionais de comportamento, mas nos ater a comportamentos de solidariedade, paz, amor e fraternidade e valorizá-los.

Urgente se faz uma mudança radical na forma de observar, encarar e conviver com nossos jovens, que estão, lamentavelmente, carentes de tudo isso nos próprios lares, nas escolas e na sociedade em geral.

E por estarem carentes de toda essa atenção adequada e coerente com a Nova Fase em vigor, estão se desequilibrando. Estão se tornando pessoas revoltadas, destruindo tudo e se destruindo.

Estamos prejudicando os nossos jovens. E isso não é natural, porque natural é tudo aquilo que pode ser
sem prejuízo de ninguém.

Então, procuremos, em benefício deles e de nós mesmos, procurar conhecer o que é natural, para embargar de vez essa cultura aparente, que tantos prejuízos tem causado aos nossos relacionamentos.

Procurar onde?

Logicamente na cultura da Natureza.

Pois, tão somente Ela pode nos dizer o que é natural.

E onde encontrar essa cultura?

Nos Livros Universo em Desencanto. Lá, com certeza, todos nós aprenderemos e saberemos tudo que é preciso e necessário para termos o devido RESPEITO AOS NOSSOS JOVENS. E não só aos fisicamente jovens, mas, aos jovens mentais, às crianças mentais e aos menos favorecidos mentais.

Salve, SAÚDE e PAZ !

http://www.universoemdesencanto.com.br

http://www.origemverdadeira.blogspot.com

http://www.trueoriginworld.blogspot.com

http://www.programaavozracional.com

http://www.youtube.com/porfiriojneves

http://www.youtube.com/nalub7

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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Uma resposta para O RESPEITO AOS NOSSOS JOVENS

  1. maria das graças braga costa disse:

    SALVE,SALVE MINHA AMIGA! QUE COISA LINDA VC ESCREVEU,BASEADA NOS SENTIMENTOS P COM OS JOVENS. ESSA MATERIA TEM Q SER PASSADA PARA OS EDUCADORES.VOU TIRAR CÓPIA E PASSAR JUNTO COM A PROPAGANDA DA CULTURA RACIONAL. BJS

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