A GENETRIZ DA VIDA

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(Valdir Santos Alexandrino, Viçosa, MG)

 

A SUPOSTA ORIGEM E A VERDADEIRA ORIGEM

A nossa suposta origem é dessa parte deformada degenerada e poluída – o chão: somos gerados, feitos e formados pelo micro gameta tendo por invólucro outro gameta, compondo-se um óvulo seminal no formato de um pingo d’água: o sêmen.

A GENETRIZ DA VIDA

Iniciemos esta longa conversa em atenção a uma pessoa, talvez seja a sua.

I – Parte Inicial desta conversa:

Falemos um bocado, da genetriz da vida; estaremos falando daquela que gera, a mãe que nos dá o Ser que somos. Conversemos sobre isto; estarei expondo e você, conjecturando.

A forma do corpo magnético – essa formação corpórea humana com aparência de tudo ser – finalmente, hoje, já definitivamente esclarecida pelos Livros de Cultura Racional, intitulados: “Universo em Desencanto”.

Aprendemos de sua leitura, que a matéria é a potência máxima do magnetismo e, o magnetismo envolve e domina todos que dependem da matéria para viver.

A razão verdadeira de ser – todo corpo humano – um conjunto de ruínas reunidas é porque, na realidade positiva de ser, cada corpo de imagem humana é somente uma aparência de tudo ser, surgida de uma semente magnética que é o sêmen; o produtor de cada “tudo aparente” desses.

Foi o sêmen que – dimanado pelos Fluidos dos Seres Orgânicos de toda esta Galáctica Natureza – produziu a centelha magnética que deu forma ao corpo humano, mediante esses dois gêneros de combustão: elétrica, a combustão masculina; e magnética, a combustão feminina.

E, toda centelha vivente assim como essa, é vida que se apaga, de repente; inda mais, por a  sequência da vida não ter tido condições de ser iluminada pelos entendimentos de uma natureza cultural consciente e positiva, como devia ser.

Sequência esta que é o seu manual de instruções, que define como se desenvolve e como funciona um Ser Vivo.

O magnetismo na verdade, ele nada é; é uma fagulha, é centelha, não é vida; é aparência de vida, isto sim. Posto que, a matéria não é a nossa verdadeira origem.

Mas, por estar ainda inculta do real da realidade de si mesma, a humanidade – fugindo à razão do feito – ela veio relegando o fator de produção do produto vivente; e formou a vida nessas condições, de que não devia ser formada; já que, mal conscientizada ficou, do princípio do seu próprio Ser.

Ah! Então, teve um princípio?  Teve sim.

Mas, provido de uma sabedoria artificial, foge-se à regência da Natureza; desconhecem-se os movimentos naturais da Natureza regente de seus feitos; que são suas confecções. E, artificialmente (ou animalmente) cultos; então, nunca que emerge o Poder da Vida. Por a verdadeira vida não ser esta, de matéria, é que o verdadeiro saber também não é este acumulado pelas mentes de matéria, neste nosso Mundo de Mentiras que é este Mundo de Matéria.

E, por não ter o verdadeiro esclarecimento de o que é o nada ser, ficou tendo por base o feito, o “tu”, o produto já feito como a sombra daquilo que foi e que era; com forma e vida aparente magnética; embora de compostura elétrica, mas, de obscura evolução magnética. Então daí, o “eu” ficou indefinido porquanto, um desconhecido, neste campo de vida fluídica.

II – Segunda Parte desta longa conversa:

Temos que, o que fluidicamente é feito pela Natureza, fluidicamente se destrói, é destruído pela mesma Natureza; provando e comprovando a nulidade de todo Ser que, assim é: um magnetismo de aparência magnética; pois, a utilidade da matéria foi só para satisfazer a necessidade que o animal de origem Racional tem, de ser lapidado.

O desenvolvimento do magnetismo se faz pelo desenvolvimento da mecânica material em si mesmo; pelo individualismo, pelo materialismo. Papai e mamãe, são usados como ferramentas da Natureza – esses dois aparelhos de nossa reprodução como seus filhos-irmãos – apenas para ser dado o efeito simbólico da deformação, fixado nesse tudo aparente de imagem humana.

Daí, a duração efêmera de cada formação magnética dessas que, somente parece ser o que não é. Como agora, parece que estamos no fim dos tempos e, não estamos; pois, se trata tão somente de uma mudança de Fase, ou do Fator Natural da vida que chegou no fim dela ser assim.

Amadureceu e, tudo que nada é; depois do amadurecimento, dá-se o apodrecimento e a liquidação da constituição que era tida e havida como se tudo fosse.

No findar-se, dá provas de que não era; como aí está pelo Mundo todo, fulgurando esse desequilíbrio: físico, moral e financeiro.

Pois, com o foco concentrado na matéria todos vieram ficando dominados numa longa trajetória, no mundo todo, pelo magnetismo da matéria que, por ter forte dose magnética, ela botou a todos desequilibrados e mutuamente magnetizando-se uns aos outros.

E, numa vida de sofredores e mortais sem solução; por todo Ser Pensante julgar e pensar a vida como sendo essa mesma: de sofredores e mortais. Pensando a vida, diferente do que a vida pede que seja pensada.

A Fase de Bicho Racional, a Fase de Selvagens, a Fase de Monstros é que foram assim. Todas aquelas Fases antropológicas mais primevas, tiveram princípio e já tiveram seu fim. Mas, deixaram resquícios neste nosso assim ser.

De forma que a matéria nada mais é do que uma ilusão aparentando tudo ser, aparentando ser o que não é; de fato é uma mentira; e, por assim ser, acaba em nada; pois, revém ao nada que, neste caso, é esta categoria de princípio seminal a que a Cultura Racional denomina: bicho Racional.

E que se divide em duas classes: o princípio seminal do animal Racional (a classe que tem o raciocínio organicamente ligado à matéria) e a classe inferior que, é o animal irracional (sem o raciocínio).

O animal Racional é, em verdade, o Ser Racional, Habitante do Mundo Racional que, de lá saiu progredindo por conta (e risco) próprio; e, tomou esta forma deformada de animal de Raça Racional.

Enquanto que o animal irracional é uma decorrência da evolução desta Natureza em estado de uma Mega Deformação em Transformações. Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma.

O sêmen dá a atividade para que sejam formados esses dois gêneros de combustão: magnético e elétrico. E dessa combustão, uma reação desencadeia-se, formando-se uma  “micro – explosão”; que é de onde sai a centelha, a fagulha de fraquíssimo lume; e que dá forma ao corpo humano.   Corpo este que, para morrer, não tem idade.

Tão mal constituído, quanto mal conscientizado a respeito de si mesmo e de tudo que circula a vida; ficou sendo uma vida que não se pode assegurar de qualquer garantia; por viver em um curto mental, dada a nossa ligação a esta Base do Ser Irracional que, se trata do Campo de Vida elétrico e magnético; onde a voltagem é irregular e a instabilidade é constante.

Talvez, você já tenha se dado conta de que, no âmbito desta longa conversa, estamos fazendo uma incursão, alternadamente, por dois Planos: num deles, gravitamos pela Seara da Existência e, no outro, pela Seara do Conhecimento.  E, a partir da conjugação de ambos, nos incursionamos pela senda ou Seara da Consciência dos Povos.

Aliás, onde está essa consciência dos povos; por onde ela tem andado hein!?

III – Terceira Parte desta nossa longa conversa:

Sob o respaldo do Conhecimento expressado no universo de discurso da Cultura Racional, vínhamos falando até aqui, de que na medida em que o sêmen vai se transformando, vai tomando forma então, um Ser que, nunca teve o tirocínio verdadeiro do Ser que si mesmo é; pois, se o tivesse, teria projetado a forma de ser na realidade de ser. Realidade esta inconsciente e negativa.

E por não tê-lo feito, foi que criamos uma ideia de sermos aquilo que não podíamos ser. Pois, cegos pelo magnetismo, nunca pudemos descortinar (nesta semente magnética) a verdadeira forma de ser do que, nada é. Então bordamos um nominalismo que adjetivou a matéria como algo de uma real grandeza nela inexistente.

Daí, nunca se pôde atinar para o fato de que, essa centelha é fagulha seminal que tem lúmen de duração passageira; e que, não é vida. Posto que, vida é vida eterna. E que, se centelha vida fosse; para sempre vida seria. Sempre eterna seria. E, o seu lume, vigente para sempre, se manteria.

E, sem mais e nem por que; de repente, ele não se apagaria. Cada centelha, uma fagulha de duração variante que, se desenvolve nascida do nada e que se desenvolve envaidecida pelas aparências de que, a matéria tenha grande valor que, no real da realidade, não tem.

Mas, dá-se o domínio do magnetismo pelas fortes doses magnéticas desequilibradas que despertam a cobiça, o ciúme, a vaidade e a paixão, os crimes feitos por doses magnéticas violentas, pelo magnetismo espiritual, pelos engambelos artificiais e naturais. Basta ser magnetismo, para não ter equilíbrio.

Então, em cada Ser que assim é artificialmente, foi colocada uma Personalidade de vida. Fruto de uma formação cultural toda artificial, materialista, em que foi posta ao abandono e hoje jaz no quase absoluto esquecimento 80 mil séculos da cultura astrológica que, num passado demais longínquo, regeu a vida na Terra.

E daquele abandono, a valorização da matéria que, sua vida vivente morrente é uma ilusão que, do nada (da essência do magnetismo) é de onde essa vida moribunda provém; e que, ao nada, é para onde ela revém.

E nisso de a humanidade ter adotado como válida, a palavra “morte” significando “vida encerrada”, definitivamente, então, foi dado cunho de realidade real ao Ser aparente.                            

Daí, ouvir-se falar, frequentemente: — “A minha vida é assim.”; e — “A minha vida é assado.”.

Donde surge a ilusão de cada qual pensar ser o que não é; tudo isto, é porque, foram incentivadas infinidades de ilusões nos Seres que, auto sugestionados, valorizam a matéria que é um Ser que, se desdobra em sua própria destruição.

Mas, a matéria é tida como se ela tudo fosse. Querendo dar cunho de autenticidade e valor de gabarito ao que se destrói; e que, pela transformação dos corpos, toma a forma de outras vidas em classes inferiores.

E o avanço do desenvolvimento do artifício foi tão grande que, depois de uma infinidade de pesquisas e de experiências, houve o futricar de palavreados para atribuir formas nas coisas; e então, surgiu como que inevitável, o “Planteclismo”.

Trata-se da Planta da formação do Ser Humano estar sendo esmiuçada por quem, de fato, não a conhece. E artificialmente não a conhece mesmo por, faltar-nos uma Cultura Racional. O que é Racional é o verdadeiro natural e o que é natural, de verdade é; pois vibra com a própria Natureza.

IV – Quarta Parte desta nossa longa conversa:

Que, se não fosse agora ter chegado a Fase Racional, todos continuaríamos na categoria de classes em transformações, nos transformando para outras classes ainda mais inferiores; da mesma categoria de princípio seminal; inconsciente e negativa.

Posto que, pelas transformações que fizemos, perdemos toda a noção da origem e de todo o passado em outras vidas anteriores, em classes superiores, diferentes desta em que tomamos essa forma de animal.

Este contínuo presente, ele já é, da vida, o 3º Ciclo caminhando a passos largos para a nossa extinção.

O 1º Ciclo, aquilo que fomos, foi o nosso pretérito perfeito (Racional puro, limpo e perfeito).

E, o 2º Ciclo, aquilo que éramos, foi o nosso pretérito imperfeito (Racionais em transformação, caminhando para a extinção do corpo de vida anterior a este).  O que, por fim, se consumou e ficamos sendo isto que somos: animais Racionais, livres pensadores, sofredores e mortais.

E, a causa de a humanidade viver de pesquisas e de experiências a vida inteira, sempre na dúvida de tudo, é a incessante procura para encontrar a verdadeira Individualidade perdida. Sem a bússola Racional, não encontrávamos; é impossível.

Hoje, é que estamos tendo o Conhecimento de que a Cultura do desenvolvimento do raciocínio é o maior expoente da vida; porque, através dela toda a humanidade está sendo preparada para voltar para a vida eterna.

Todos de volta para sermos, no futuro, aquilo que já fomos em nosso 1º Ciclo da Vida. Depois que a humanidade tiver consolidado pela lógica de consistência básica em seu saber, este Conhecimento Racional de quem somos, de onde viemos e para onde vamos – agora sendo solidificado em Bases sólidas – então aí sim, atingiremos a nossa Meta Final: a transformação desta Galáctica Deformação para o seu estado de ser natural; que é Racional puro, limpo e perfeito.

Começa pelo entendimento de qual que é o julgamento perfeito e correto de tudo que existe. Que é: conhecer o antes de ser completo. Isto se faz através da leitura e releitura dos Livros de Cultura Racional.

Trata-se do sistema mais correto de concluir e conduzir o certo; que, é saber provar e comprovar o certo; o certo do que, é Racional. O nosso Ser Real.

Posto que, encontrou a origem, encontrou o certo.

Pelo seguinte: no encontrar a origem, é encontrada a Base. Encontrou a Base Verdadeira, encontra a lógica. Tendo encontrado a lógica dotada da consistência da Base Verdadeira, encontra o certo.

E passa a ter o Conhecimento da causa e da origem da vida; porque, é chegado – agora sim – o verdadeiro Dia do Juízo.

V – Quinta Parte desta nossa longa conversa:

O Conhecimento do Ser está no raciocínio; que é – da pessoa – a sua verdadeira originalidade de ser; e é portanto, o seu Juízo Final. A solução da vida, definida e definitivamente, aí está ela, no saber verdadeiro.

A Planta do Mundo, a Planta do corpo e a Planta da vida; a pessoa, de posse dela, endireita tudo que se põe a executar e, daí: a solução perfeita para que, todos vivam bem e certo. E daí, toma realçado fulgor o Poder da Vida.

A Individualidade é a causa desta vida; ela é de Racionais puros, limpos e perfeitos.  A causa de termos o raciocínio é o Mundo Racional; que, é a mesma causa de a pessoa ser Racional. Racional: a Raiz Mestra do raciocínio. Raciocínio: a Raiz Mestra é Racional.

A Origem é a causa deste Mundo e de tudo que nele existe; por não haver efeito sem causa. O certo é nortear-se pela Bússola do Mundo, do corpo e da vida; lendo e relendo o Livro Universo em Desencanto de Cultura Racional para saber o certo; a fim de tudo dar certo.

Aí então, já está fazendo por onde possuir a Genetriz da vida. A Genetriz é a matriz da gênese do Universo e das vidas do Universo. A Raiz Mestra da Fecundação de todo esse Universo e sua criação.

Não pode ser uma coisa de repente. Numa analogia simplória, é a mesma coisa que uma planta vegetal: ela nasceu e veio crescendo, crescendo prossegue, até findar o seu crescimento normal, tão naturalmente que, nem dá pra perceber; quando então, dá as sementes, dá as flores e dá os frutos.

Primeiramente, os frutos verdes, depois os frutos de vez e por fim, os frutos maduros, já prontos para servir.

Contudo, logo no começar a leitura do Livro Universo em Desencanto, o raciocínio inicia a se desenvolver e a proporcionar a aquisição do bom senso pela evolução do amadurecimento.

Mas, é preciso ler e reler com persistência para a obtenção do Conhecimento Racional e para começar logo o desenvolvimento geral do Aparelho Humano, Racionalmente. O crescente desenvolvimento do raciocínio proporcionando verdadeiro equilíbrio Racional da pessoa, em seu próprio benefício. Para ver que, o próprio Livro funciona como um manual de instruções.

A persistência e a constância são para não perder a ligação da Energia Racional no Aparelho Humano; consolidando-se assim, o raciocínio em seu desenvolvimento que, é o ponto vital da vida eterna.

É preciso persistência; para ser válido esse desenvolvimento e, a pessoa  ser ligada ao Mundo Racional e, poder ir sendo orientada pelos Habitantes do Mundo Racional e, ir nascendo, em si mesma, a Vidência de Energia Racional – vendo tudo quanto é de Racional.

Sendo que, a Planta e o Mapa – de toda a formação Universal, está lá na Origem. A Planta e o Mapa perfeito da salvação da Humanidade. Todos hoje sabendo que, a verdadeira originalidade da vida teve origem Racional. A origem de todos é Racional. Racional é a razão da vida do animal Racional.

O Mundo Racional é a causa e a razão do raciocínio. E depois do raciocínio desenvolvido, evolui pelo seu desenvolvimento e se liga à sua verdadeira origem que, é o Mundo Racional.

VI – Última Parte desta nossa longa conversa:

Estamos aqui, tendo por base nesta conversa, os Livros: “Universo em Desencanto”, de Cultura Racional. Neles, o Conhecimento Transcendental para a volta de todos e a volta de tudo ao nosso verdadeiro Mundo de Origem, o Mundo Racional.

Deu-se que, antes da origem da matéria, quando nós éramos: Racionais puros, limpos e perfeitos, nós entramos numa parte do Éden Racional; e, essa parte não estava pronta para entrar em progresso.

Viemos progredindo por conta própria, até que nos extinguimos e perdemos formação da vida de Racional; advindo dali, essa formação microbiana; da qual, nós próprios é que fomos os causadores desse Encanto; causadores da existência de tudo isto que, neste Mundo existe.

Existindo feitos; é porque existe a causa desses feitos; porque, não existe efeito sem causa.  E, não existe causa sem origem. Existindo a origem, é porque existe a Base. A Base verdadeira é o Primeiro Mundo. Que é a Base da origem da causa de todos os feitos.

Agora é que estamos sabendo e conhecendo como foi que viemos parar nessas condições de sermos feitos de matéria. Que não se trata da originalidade da vida de ninguém.

A pessoa conhecendo o que é Cultura Racional, ela ficará ligada ao Mundo Racional mediante este Conhecimento de preparação da Humanidade, para a sua ligação aos Habitantes do Mundo Racional, nossos irmãos de nosso verdadeiro Mundo de Origem. E daí, o progresso será Racional.

Fica o nosso convite para que você busque pelo Conhecimento de si mesmo, na leitura do Livro “Universo em Desencanto” de Cultura Racional.

Vamos completar todos juntos, essa trajetória para solucionar a vida no âmbito da existência e do Conhecimento positivo e consciente; para que tenhamos por fim justificada e consolidada a nossa Consciência Racional, pelo desenvolvimento do raciocínio, da Vidência Racional e por último, do Aparelho Humano Racional.

Nessa altura, já se fará valer o Poder da Vida Eterna pela Hegemonia da Vida que corresponde a cada vida no seu Mundo. A matéria neste seu Mundo que é o nosso Segundo Mundo. E o Corpo de Energia de Vida Eterna, de volta para o Primeiro Mundo, de onde saiu por conta própria, fazendo uso da vontade, por não haver restrição da liberdade no Mundo Racional.

Grato por acompanhar esta conversa com suas conjecturas focadas no que é de sério. E então, vamos nos Conhecer nos livros de Cultura Racional? Decida-se.

Tenhamos todos, saúde, paz e concórdia, pelo desenvolvimento do raciocínio.

 

(Texto originalmente postado no blog  “Espaço de Valdir” – www. rccvsarcn.wordpress.com)

http://www.universoemdesencanto.com.br

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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