REFLEXÃO – O PROGRESSO RACIONAL

Capa do Livro UD EM PORTUGUËS

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(Porfírio Jesus das Neves)

A VIDA e o viver se confundem na cabeça do humano sofredor porque, na categoria em que estava de animal racional, não tinha condições de perceber a si mesmo como sendo um indivíduo conseqüência de seu próprio arbítrio. Ao contrário, resumia tudo na “vontade de um ser divino” atribuindo a Ele a causa de todos os desígnios e, por vezes, chamando de idolatrias tudo aquilo que não estava de acordo com a sua suposta divindade – que cada povo criou a sua divindade e também criou práticas diferentes de tentar se relacionar com ela.

É por isso que a Cultura Racional ainda é vista como uma idolatria por uns tantos beatos fundamentalistas que só admitem a única verdade do mundo como sendo aquela que eles conhecem, ou pensam que conhecem e por isso, só sabem dizer amém!

Mas, tudo isso foi preciso e necessário para chegarmos à conclusão a que hoje estamos chegando, que é a Racionalização dos Povos.

A VIDA, certamente, é a Criação Divina! A vida não foi criada pela matéria, como se admite cientificamente, que um primeiro conjunto de moléculas se organizou para dar início à vida. A Vida pré-existe a toda esta organização e evolução material.

Senão, como poderia um simples conjunto de átomos e moléculas se juntarem para formação dos primitivos seres, fossem eles quais fossem: Adão e Eva, protozoários ou amebas, DNA, etc.

Nem os ateus, nem os materialistas podem ser contrários à afirmativa de que a VIDA é Eterna, pois ninguém pode contradizer a lei de causa e efeito, porque não há efeito sem causa. Também não é para se admitir que a VIDA seja Eterna por um simples ato de fé. Tem que provar e comprovar esta verdade.

O VIVER, este sim é passageiro e há muito tempo vem sendo contestado, questionado através dos tempos, modificado, revolucionado, evoluído e transgredido e nunca ninguém chegou a nenhuma conclusão que pudesse ser compartilhada por todos sobre o viver, sobre os modos de vida. Nem era para chegar! Pois o viver é a manifestação do arbítrio. Mais especificamente, no caso do animal racional, o viver é a manifestação dos gostos e da vontade fabricados no pensamento e na imaginação pela própria Natureza. Como todos são diferentes, logo, nunca, pelos gostos e pelas vontades diferentes, nunca ninguém pôde chegar a uma conclusão definitiva sobre o viver e a Vida.

Mas, sobre a Vida, podemos chegar a uma única conclusão. A vida é eterna, enquanto o viver é passageiro.

Abrindo parênteses. Sobre o viver, a Natureza é quem fabrica no pensamento e na imaginação de cada um a manifestação de um pseudo-arbítrio através dos gostos e da vontade e, ao mesmo tempo, como a Natureza é mutável, está sempre em transformação, então, cada indivíduo gerado, em cada instante, é sempre diferente. Isto é a mesma coisa que dizer que o homem é fruto do meio ambiente e ao mesmo tempo interfere na formação do mesmo. É por isso que tanto a Natureza como o ser humano estão em constantes mudanças. Fechando parênteses.

Então, meu caro inconformado com a vida, não diga que a vida é ruim, o viver é que não presta! Estou falando de “carteirinha”. A vida é boa, o viver é que não presta! Eu, você, todos, ninguém tem uma réplica de si mesmo – uma “alma gêmea”, todos os seres gerados pela Natureza são seres únicos, indivisíveis. Oh triste solidão existencial!!! – Ainda bem que assim é!

A existência, podemos entender como sendo o resumo da combinação harmoniosa entre a VIDA e o viver.

Assim, como para toda a dualidade sempre há um terceiro ponto de harmonia entre os dois opostos, como para todo positivo e negativo existe um aterramento, também deve existir um ponto de referência entre a Vida e o viver. É neste contexto que definimos o nosso terceiro poder, a nossa terceira visão, o nosso terceiro milênio. Porém esta referência só pode ser alcançada dentro de si mesmo através do desenvolvimento do raciocínio.

Quem não sabe porque existe, não existe! Pensa e imagina, mas não existe, porque não se conhece, porque não está apto a estabelecer a razão entre a VIDA e o viver, porque não tem o verdadeiro referencial da origem. É um plebeu! Não tem referências!

A Racionalização dos Povos, que é todos conhecerem o Mundo de sua Raça e saberem como para lá voltar, está fundamentada no ajuste que se dá entre a VIDA e o viver, através do conhecer que a existência do primeiro mundo está em si mesmo, ponto referencial para todas as ações da vida. E este ajuste, claro, passa pela obediência ao dono da VIDA. E quem é o dono da vida? Busque dentro de si mesmo através da leitura dos livros Universo em Desencanto, que nas primeiras páginas está escrito assim:

     “A vida e a organização dos seres orgânicos são de uma forma tal, que os seres orgânicos fazem confusões com a vida. A vida tem as suas organizações muito claras para quem sabe viver. Mas para quem não sabe viver, torna-se desorganizada e os seres orgânicos imperam no digladiamento, na digladiação da vida.”

     “A vida, para ser bem formada, bem constituída, firme, equilibrada ao bom viver, é preciso que os seres orgânicos e as organizações sejam todas paralelas ou adequadas ao modo de que se constitui a vida; que a vida também é constituída de diversas organizações e de diversos meios do poder da vida. O poder da vida está naquilo que as organizações podem corresponder para equivaler à vida.”

Elevadíssimo, isto aqui!

Então o que você está esperando? Vamos nos conhecer!!!

Procure nos Livros Universo em Desencanto o desenvolvimento da terceira parte da cabeça, o Raciocínio. O raciocínio é o ponto mediador, o ponto básico e o ponto referencial da supremacia da existência Racional, porque se não há efeito sem causa e nem causa sem origem, é lógico e inevitável o ser humano se conhecer pela harmonia dentro de si mesmo – o eu conversando com o tu – e conquistando a harmonia entre todos. É assim que devemos encarar o progresso Racional neste Terceiro Milênio do desenvolvimento humano.

Saúde e paz para todos nós!

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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