A JUSTIFICAÇÃO DO VERDADEIRO DEUS – 1ª PARTE

Capa do Livro UD EM PORTUGUËS

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A JUSTIFICAÇÃO DO VERDADEIRO DEUS, O RACIONAL SUPERIOR.

 

No linear de um novo horizonte, o horizonte Racional, tinha forçosamente vir uma justificação da situação universal da humanidade.

Tudo tinha que chegar o seu dia do esclarecimento perfeito, da Comunidade do Animal Racional, que nunca se conformou de ser assim como é: sofredor e mortal.

Então, tinha que vir um esclarecimento Divino, por o animal, nessas condições de animal, viver agonizando e agoniado a vida inteira.

Agoniado por ser um ser constituído em matéria em decomposição; agoniado pela luta de aventuras para poder viver; agoniado de ser um ser instável, sem consolação, vivendo temporariamente e desconsolado, por não ter garantias de espécie alguma, por estar exposto a todas as doenças, a todas enfermidades, a todos os desastres, a todos os imprevistos de ficarem aleijados ou inutilizados ou deformados.

E, assim, vivia o animal Racional.

Por ser animal, desconfiando de tudo; por ser animal, duvidando de tudo; por ser animal, com medo de tudo; por ser animal, assustado com tudo, enfim, num verdadeiro desassossego e desconsolado.

A vida do animal se tornando um inferno em vida, por estar exposto a uma natureza sem garantia.

Então, dizia o animal:

“Eu não sei para que nos fizeram assim, porque quem me fez assim não teve dó nem pena de mim. Vivo neste mundo sem saber porque, nem para que, vivendo somente para sofrer. Que mal fiz eu a Deus para sofrer tanto, sem saber porque?”

E, assim, com esses argumentos, com esses pontos de vista e outras tantas interrogações e outras perguntas, acabava dizendo:

“Se eu sou amaldiçoado, não sei porque, porque não sei o que fiz. Se este mundo existe, é porque existe o dono dele, porque não há efeito sem causa. Se existe o filho, é porque existe o pai.”

E, assim, vivendo com tantas perguntas, sem ter quem respondesse e vivendo à mercê da sorte, à mercê das oportunidades e nunca se encontrando feliz e sempre se considerando um infelicitado, por ser
um sofredor e mortal e ignorando sempre o fim de sua vida, atordoado por todos esses pesadelos infernais, muitas vezes blasfemando e dizendo:

“Mas, nós vivemos dentro de um inferno! Esta vida não passa disto, porque ninguém tem sossego, o sossego é aparência e nada mais.
Vivemos todos num rodamoinho, aqui moídos por esta natureza, sem sabermos o porquê dela ser assim. E vivemos porque temos vida, mas, na realidade, ninguém tem prazer de viver assim, porque ninguém está satisfeito de ser assim, sofredor e mortal, sem garantias, nesta categoria de animal, sem saber porque somos animais, vivendo sonhando com as ilusões da vida, que isto não é vida e, por isso, tudo se acaba.

Acabam os sonhos, acabam as ilusões e acaba tudo. E a vida também. E ninguém nunca disse porque a humanidade é assim, vivendo de aparências a vida inteira, aparentando o que não é, enganando a si mesmo e aos demais.

Como podemos estar satisfeitos, se vivemos enganando a nós mesmos, aparentando o que não somos, sendo traidores de nós mesmos?

Isto é uma vida que não satisfaz ninguém, por vivermos de uma forma tão horrível.

Somos de matéria mal cheirosa. E a realidade é tão diferente do que aparentamos ser!

Então, qual é a motivação desta vida que não corresponde ao sacrifício e à luta que todos fazem para viver?”

E, assim, muitos pensando e vivendo nesse delírio infernal e pondo a culpa em cima do seu Criador, que criou todos de uma forma que ninguém vive satisfeito.

Não há nada que satisfaça ao ser humano, porque tudo enjoa, tudo aborrece e tudo se acaba e tudo cansa.

As distrações enjoam, tudo, enfim, se acaba, porque são momentos e épocas passageiros, de ludibriações, de ilusões e tudo cai no rol do esquecimento.

Então, em virtude disso, o Criador sempre o culpado. E hoje estão sentindo e estão vendo, que o Criador fez tudo tão diferente do que está e do que há muito vem se passando com a humanidade.

Hoje estão sabendo que estão sofrendo as consequências dos abusos dos antepassados, como até hoje, os abusos permanecem.

Abusos de todas as formas, de todos os jeitos e de todas as maneiras. Abusos criminosos, monstruosos, sendo este mal um mal hereditário das primitivas civilizações que foram extintas, nascendo outras civilizações e encontrando os escombros e resquícios que foram aproveitados, para deduzir coisas do passado e começaram a imitar os mesmos passos do alfabeto encontrado, para se entenderem.

E foi daí, o início desse presépio contristador e inconsolável, que surgiu o degredo da humanidade.

Então, o Criador não foi o culpado e, sim, os abusos das leis naturais. Que nas primitivas civilizações, quando eram regidos pelo alfabeto astrológico, ninguém adoecia, não havia moléstias e doenças de espécie alguma.

A pessoa, no decorrer dos séculos, ia secando aos poucos, depois de longa e bem longa duração, porque tinha a flora medicinal para conservação da saúde.

Então, estava a humanidade ligada à natureza que os formou assim. E tinham nos cereais e nos legumes o combustível da alimentação da máquina.

Então, a pessoa não apodrecia. Ia secando aos pouquinhos, naturalmente, sem sentir, como um vegetal.

Depois de um certo tempo de duração, começava a secar naturalmente e não apodrecia.

E, assim, era o ser humano, por estar ligado ao vegetal, que era o conservador da saúde. Mas, com o tempo, começando a nascer ideias novas nos abusados. Os abusados começaram a criar e a inventar e a idealizar novo alfabeto.

Não estavam satisfeitos, porque não queriam ficar subordinados ao alfabeto natural da natureza, achando que inventando um novo alfabeto, iriam melhorar, porque tinham meios e modos de dar expansão aos seus ideais.

Tudo isto foi combatido na época, mas eram muito rudes e os rudes não respeitam direitos, são abusados e continuaram com os abusos na formação de novo alfabeto.

A CONTINUAÇÃO DESTE ASSUNTO:

https://nalub7.wordpress.com/2006/04/13/justificacao-do-verdadeiro-deus-parte-final/

 

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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2 respostas para A JUSTIFICAÇÃO DO VERDADEIRO DEUS – 1ª PARTE

  1. 11mjpereira disse:

    A problemática passa por nós pensarmos  sermos unos mas não somos, temos milhentas entidades dentro de nós a nos comandar, temos livre arbitrio nas decisões nas somos comandados por todas essas entidades fefastas que nos habitam, esses egos indesejaveis
     
    beijinhos grandes para ti e tua familia

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  2. Pingback: JUSTIFICAÇÃO DO VERDADEIRO DEUS – PARTE FINAL | RACIOCINAR SEMPRE! PENSAR, NUNCA!

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