A LUTA DOS INCONSCIENTES

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A LUTA DOS INCONSCIENTES

NUNCA QUE PODIA

 ENDIREITAR UMA DEFORMAÇÃO

 EM MULTIPLICAÇÕES DE

DEGENERAÇÕES

E, agora, todos convictos de que a matéria é uma massa falida em liquidação e, por isso, em progresso de sua extinção, pela degeneração e suas multiplicações.

Portanto, é uma massa em desespero de causa, por ser uma massa sem garantia, que vai remediando até não poder remediar mais.

A vida dos remédios, a vida dos remendos, por ser a matéria uma massa falida. E, em decorrência dessa situação, ficou no estado de inquietação.

A inquietação é geral; todos se movimentando para algo e alguma coisa: negócios, trabalho, doença, enfim, algo e alguma coisa que se relacione com a massa falida, a matéria.

Então, a humanidade está bem a par de sua situação. Não está em condições de se conhecer, não está em condições de conhecer o seu ser; os falidos querendo ser o que não são, ao ponto de quererem ser uns melhores do que outros, quando são todos falidos. Tudo isso, por não conhecerem a sua personalidade verdadeira, então, julgam ser o que não são, querendo se destacar uns dos outros, quando todos são iguais, são todos falidos.

Por ignorarem o seu estado, por ignorar quem és tu, por ignorarem quem sou EU; há certa resposta:

“Eu sou quem não sei quem sou.”

E se tu sabes que não sabes quem és, como é que te atreves a ditar o que não conheces e a pregar como se soubesses quem tu és e quem são todos?

E, assim, nesse vazio, viveu a humanidade.

Um vazio, porque não sabiam onde iam parar com este vazio, só sabiam que tudo ia piorando sempre e cada vez mais, como quem diz:

“Ninguém sabe o que diz, ninguém sabe o que faz. Está tudo errado e, por isso, tudo vai mal e de mal a pior sempre. E vamos ostentando este “eu” e multiplicando os mesmos e, depois, quem é que vai agüentar essas cargas de malefícios criadas por nós mesmos?”

É o caso que aí está, “salve-se quem puder”. Ninguém respeita ninguém, os crimes se multiplicam, justificando uma prova evidente de que está tudo errado. E o errado sofre sempre, padece sempre e julgam que estão certos e vendo tudo afundando e vendo tudo em liqüidação, vendo o desespero da humanidade sem poder acertar nada, sem poder salvar ninguém, sem poder garantir  ninguém e, por isso, “salve-se quem puder”.

Mas, a cegueira é tanta, que a ganância e a ambição cegam a todos os vaidosos. E, assim, gira em torno do universo esta calamitosa situação.

As balbúrdias não cessam, o descontentamento é geral e ninguém se entende e se multiplica o mal: todos avarentos, tontos, sem saber o que fazer.

A humanidade ficou cega e, por isso, se multiplicando o sofrer, sofrendo e sofrendo sempre.

O sofrimento provando e justificando que está tudo errado, não tem nada certo, nem podiam acertar, por serem massas falidas dentro de uma deformação em falência que é o mundo.

Então, ninguém nunca podia acertar, como nunca puderam acertar e, por nunca acertar, a multiplicação do mal sempre a continuar e, assim, lá se vai pelo mundo afora o sofrimento irresistível.

Tudo isto por quê?

Por tudo vir errado desde que inventaram o alfabeto artificial, o alfabeto para multiplicação do reinado das artes, do reinado dos artifícios, do reinado dos paliativos, do reinado das ilusões, do reinado das fantasias, do reinado das hipocrisias.

Então, os culpados de todo esse desentrosamento são os primitivos, que criaram e inventaram o alfabeto artificial.

Trouxeram todas essas ruínas para toda a humanidade; vieram todos herdando a herança dos antigos. Multiplicando essas heranças erradas, multiplicaram os erros e sofrendo as conseqüências.

Mas, é praxe do errado permanecer no erro, porque já encontrou tudo assim. É praxe do errado.

Se encontrou a casa suja, vamos conservar a sujeira. É praxe do errado.

Se encontrou tudo torto, vamos conservar tudo torto. É praxe do errado.

Se encontrou a casa toda enlameada, vamos conservar, porque já encontramos tudo assim.

Isso é praxe dos continuadores do mar de lama que atravessa o universo:

“Ah, está tudo podre, já encontramos assim, vamos conservar a podridão!”

É praxe dos errados; o errado mantém o erro.

E de forma, por a concepção da vida ser um apanágio da conservação das heranças do passado e a multiplicação da mesma, os frutos de ruínas do passado, escombros de civilizações extintas, se baseando no que encontraram de ruínas de civilizações, que não tiveram condições de sobrevivência, e se extinguiram.

Então, as ruínas deixadas dessas massas falidas foram encontradas e nelas se espelharam e criaram e inventaram todo esse bacalhau que ninguém agüenta mais.

Bacalhau é um instrumento de tortura dos passados históricos da escravidão. Mas, o bacalhau continua: a tortura, o desespero, enfim, o bacalhau continua em ação. E, por isso, todos sofrem.

E, assim, as novas gerações não são culpadas. Vieram moldando o que encontraram dos antigos, lapidando e idealizando novas formas e reformando sempre, para ver se botavam tudo em forma. E debalde os sacrifícios de todos, para ver se resolviam a situação.

Todos se sacrificavam para formar uma vida melhor, para formar uma vida de paz e amor, todos se sacrificaram para o bem da humanidade; todos dando a sua vida para salvar a humanidade, todos fazendo os maiores sacrifícios para salvar a humanidade.

Tantas lutas para isso, tantas guerras, tantas revoluções, tantas demandas, tantas discussões, tantas criações, tantos novos métodos: NADA ADIANTOU!

Tudo isso chegou a este ponto crítico de “salve-se quem puder”, universalmente.

O esforço da humanidade foi grande para consolidar a vida em uma regulamentação satisfatória de alegria, de paz e harmonia entre todos.

E, assim, muitas camadas, muitos grupos fizeram tudo. Muitos até além de suas forças e sempre foi a intenção do ser humano o bem de todos, a felicidade de todos.

Sempre foi a intenção do ser humano, porque o ser humano é de origem pura, é de origem RACIONAL, pura, limpa e perfeita.

Então, o ser humano sempre quis o bom, o puro, o belo para todos.

Por o ser humano ser de origem pura, é que quer tudo certo, tudo puro, tudo limpo, tudo brilhando, tudo melhor, tudo do melhor.

Então, o ser humano é de origem pura, limpa e perfeita, mas, imbuído na matéria nunca que o ser humano poderia alcançar o seu objetivo.

O seu ideal era só lutar, lutar e ficar na mesma. E não podia alcançar o seu objetivo, porque a matéria é, como sabem, como conhecem, uma coisa em liqüidação. A degeneração, uma massa falida.

Então, por mais que o ser humano usasse as melhores, boas e belas intenções, que é de sua índole original de formação RACIONAL, pura, limpa e perfeita, por mais que fizesse, não seria realizado o objetico real, por tudo ser uma deformação de transmutação estável e, por isso, hoje é uma coisa, amanhã é outra, depois é outra e, assim, se multiplicando sempre as transformações, que tudo vai se transformando – as multiplicações das transformações, as multiplicações das degenerações, as multiplicações das poluições.

E de forma que, por mais que o ser humano lutasse para endireitar o mundo, não podia conseguir nunca, como nunca conseguiu, por ser uma coisa natural da natureza a liqüidação de tudo por meio do progresso da degeneração, poluição e transformação.

Mas, tudo isso por a humanidade não conhecer os movimentos naturais da NATUREZA e, por não conhecer, todas as lutas, todas as causas, todos os ideais, todas as suas conquistas em derrocada, por ser um mundo de transição e, por isso, tudo é instável.

Não podia a humanidade encontrar o apoio numa coisa que vai se degenerando, que vai se transformando. Não podia se apoiar em coisa alguma e, por isso, está aí provado e comprovado, que ninguém, que ninguém MESMO, é culpado do sofrimento de ninguém.

Ninguém é culpado do sofrimento de ninguém.

Ninguém é culpado do sofrimento de ninguém, visto a ação da NATUREZA ser esta: evolutiva, regressiva e rotativa, para chegar no seu ponto real – o MUNDO RACIONAL – e, por isso, ninguém podia paralizar para endireitar.

Endireitar uma deformação, como podia?

De jeito algum.

Endireitar uma coisa que o seu natural é a multiplicação da degeneração?

Como podia endireitar o que vai se transformando? O que vai se degenerando e que vai se poluindo?

De jeito algum.

Milhões de formas e maneiras já fizeram para endireitar e nunca puderam nem podiam, porque o que vai rodando para baixo, pelo poder de conseqüências naturais da NATUREZA, ninguém podia endireitar.

E, assim, vejam a luta dos inconscientes.

Se fossem conscientes, agiam de forma diferente. Mas, por serem inconscientes, lutaram tanto para debelar o sofrimento, e o sofrimento sempre presente e se multiplicando assustadoramente.

A luta ingloriicada dos inconscientes, que não sabiam o que faziam, e agüentando sortilégios animadores, mantendo esperanças de nada, acreditando na falsa ilusão, na falsa fantasia, com a fé de que tudo vai melhorar, e todos sendo traídos com esses pontos de vista. E a fé, até hoje, para resolver as melhoras, e tudo, de hora em hora, se multiplicando as pioras.

E, assim, traídos pela fé, que é a última que morre, traídos pela esperança e traídos pela fé, acreditavam que tudo ia melhorar. E tudo piorando sempre.

Na esperança que tudo ia melhorar, e tudo piorando sempre, por não terem noção do que é a matéria e do que é a NATUREZA.

Então, formou-se esta luta da inconsciência, que de tanta inconsciência, o resultado está aí, fulminante, se fulminando uns aos outros, “salve-se quem puder”.

Ninguém sabe mais como viver, porque ninguém sabe mais o que vai fazer para ter paz, para ter um condimento e viver satisfatoriamente.

Hoje é como estão vendo, com medo uns dos outros, ninguém tem mais confiança em ninguém; a vida se tornou um pandemônio, universalmente.

Cadê a fé que ia salvar todos?

Cadê a esperança que ia salvar todos?

Cadê a crença que ia salvar todos?

Caiu tudo no ridículo, faliu tudo e as ruínas avassalaram o mundo.

Cadê as filosofias que iam endireitar o mundo?

Cadê os filósofos que iam endireitar o mundo?

Cadê os sábios que iam endireitar o mundo?

Cadê os literatos que iam endireitar o mundo?

Cadê todos que disseram que iam endireitar o mundo?

A superstição nunca deixou de existir na inconsciência da pretensão de quem tem coragem de se apresentar como aquilo que não é e, então, está aí a flor cheirosa do mundo, o sofrimento dia e noite e cada vez pior.

O fracassado elétrico e magnético; os fracassados astros em demolição; os fracassados astros em falência e toda sua criação terrena; a fracassada humanidade, pelo progresso da degenerescência; o fracasso desta vida em vão de aparências; destruição negativa e, por isso, os bichos não têm um pingo de sossego, implicando uns com os outros.

Mas, até que enfim chegou o conserto universal, a FASE RACIONAL, a FASE DE RECUPERAÇÃO DO ANIMAL RACIONAL, para todos voltarem ao seu Mundo de Origem, ao que eram: RACIONAIS, PUROS, LIMPOS E PERFEITOS.

Está aí o ponto básico da vida:

o CONHECIMENTO RACIONAL.

(1ª Mensagem do RACIONAL SUPERIOR, no 7º volume da Réplica dos Livros UNIVERSO EM DESENCANTO)


Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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