FALA O RACIONAL SUPERIOR – NASCE O EQUILÍBRIO: FIM DO SOFRIMENTO – PARTE 2


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(Extraído dos Livros Universo em Desencanto)

 

E assim esse mundo cheio de lamentáveis memórias do passado; desde que o mundo existe, sempre volta e meia convulsionado pelos que não sabem viver no mundo.

O bom sempre perturbado pelos maus, pelos loucos, pelos desequilibrados, porque cada louco com sua mania e manias de todas as espécies e de todas as maneiras.

Loucos com aparência de bons, que parecem estar gozando de um perfeito estado mental.

Somente na aparência.

E, assim, o mundo cheio desses subsequentes, que somente parecem gente, mas são piores do que o diabo em figura de gente.

E, assim, o mundo está cheio de doentes mentais com aparência de bons.

Males esses tradicionais de famílias.

Há mais doentes que sadios, porque há males hereditários. Pessoas que em si contêm grandes cargas magnéticas. E essas cargas magnéticas são a causa dos distúrbios da mente.

Pessoas que se apresentam como santos, como santas e que são verdadeiros demônios em figura de gente.

São os tais instrumentos das serpentes, que é a flor do magnetismo.

Serpentes de ambos os sexos.

A serpente macho e a serpente fêmea.

Tudo isso, movimentação magnética. E, daí, surgiu a conturbação da vida perturbada de muitos, que já não acham mais graça em nada. Já perderam a graça de tudo, estão curtidos pelo magnetismo, estão curtidos pelo mal que trazem em si; então, tanto faz, como tanto fez. Estão por tudo, o que der e vier.

Então se expõe a tudo; nessa altura não regulam mais e aparentemente parece que regulam.

E é isso que se passa, na maioria, no mundo inteiro.

E devido a tudo isso, os crimes não cessam, os distúrbios e os malfeitores sempre em ação.

O magnético em super ação sempre com os seus joguetes em ação.

E de formas que os mestres do encanto nunca puderam desencantar o mundo, nem desencantar a si mesmo, porque ideias e ideais são formas geradas da mente de quem não tem conhecimento do porquê de sua existência neste mundo (ignorado por seus habitantes).

De forma que os mestres do encanto sempre conservaram o encanto e, conservando o encanto, conservando as ruínas de si mesmo e de todos, por tudo se degenerar, poluir e ir de pior para pior, transformando-se nas classes inferiores.

E os mestres do encanto sendo destruídos, por conservarem o encanto como se fosse uma coisa verdadeira.

E, dessa forma, os mestres do encanto: com a multiplicação da poluição, com a multiplicação da degeneração! Tudo que se degenera enfraquece, diminui e desaparece.

Dessa forma, os mestres do encanto iam todos parar em classes inferiores que, por meio da degeneração e a multiplicação da mesma, vinha a extinção dessa civilização, porque os mestres do encanto nunca tiveram condições de saber o porquê assim são, o porquê o mundo assim é e de onde vieram e para onde vão.

Os mestres do encanto mantendo o seu próprio extermínio e o extermínio de todos e indo todos parar em classes inferiores e desastrosas, por perderem a noção de tudo, do espaço e do tempo, que o irracional não tem noção desenvolvida – é limitada.

E de formas que ideias e ideais nunca trouxeram a solução verídica desse encanto. E, por isso, todos os mistérios eram conservados insolúveis.

O mistério da vida, o mistério do mundo, o mistério do porquê desse mundo, o mistério da verdadeira gênese desse universo.

Enfim, os mestres do encanto iam todos de mal a pior, regredindo sempre, por circunstâncias naturais da natureza de transformações e degenerações e poluição.

Vindo, dessa forma, o extermínio dessa civilização, mantido pelos mestres do encanto. Os mestres do elétrico e magnético. Os mestres do alfabeto artificial, os mestres conservadores do encanto, os mestres conservadores das suas próprias ruínas.

E, assim, a vida de todos transformada sempre e imbuída em grandes mistérios pelos mestres do encanto.

Os mestres que parecia que tudo sabiam e não sabiam resolver o encanto, por serem encantados, enigmáticos e misteriosos.

E, assim, mantendo esta vida de amarguras, de agoniados, agonizando sempre, por serem encantados.

O encantado é aquele que não sabe o porquê de sua existência; é aquele que não sabe o porquê da existência do mundo em que vive.

O encantado é aquele que não sabe de onde veio nem para onde vai.

O encantado é aquele que vive, mas não sabe dizer porque vive.

Tem vida, mas não sabe o porquê da vida.

Não sabe a causa que deu origem a este mundo………

O encantado é aquele que vive em um mundo e não sabe o porquê dele.

O encantado é aquele que vive de experiência a vida inteira, para ver se acerta aparentemente, ou não.

O encantado é aquele que não sabe o porquê ele assim é e todos assim são: diferentes uns dos outros em tudo.

O encantado é aquele que não sabe dizer o porquê é um ser de matéria.

O encantado é aquele que desconhece a origem da matéria.

O encantado é aquele que vê tudo que existe e não sabe dizer o porquê existe.

O encantado é aquele que está na categoria de sofredor e não sabe por que.

O encantado é aquele que está na categoria de animal, não sabe a causa nem o porquê.

O encantado é aquele que é de origem Racional e desconhece, por completo, onde é a sua origem.

O encantado é aquele que não sabe dizer a causa de tudo que existe.

O encantado é aquele que desconhece a causa de todos os feitos.

O encantado é aquele que desconhece o antes de ser deste mundo e de seus feitos.

O encantado é aquele que vive como bicho, dependendo de tudo aprender para saber.

O encantado é aquele que conserva as suas ruínas e as de todos e não tem condições de solucioná-las.

O encantado é aquele que vive porque tem vida, mas não
sabe o porquê tem vida.

O encantado é aquele que pensa que sabe muito, que sonha que sabe muito e no ver de tudo isso que aí está, então, sente que nada sabe.

Pensava que sabia demais e nada sabia.

Porque o saber do encanto é artificial.

O saber do encantado é artificial.

E artificial é articular uma forma para viver, sem saber porque vive.

O encantado é aquele que quando nasceu nesse mundo já encontrou tudo feito e, por isso, não sabe o porquê da existência desse mundo e, muito menos, o porquê de sua existência.

O encantado é aquele que quanto mais procura saber, menos sabe; porque se iludiu com as aparências do artifício, se traiu com as aparências do artifício.

O encantado é aquele que não tem noção, de espécie alguma, do mundo em que vive e porque vive.

O encantado é aquele que vive em um mundo, sem saber porque vive em um mundo desconhecido de si mesmo.

O encantado é aquele que se faz de mestre por vaidades absurdas e julga ser aquilo que não é.

O encantado é aquele que vive de sonhos, de ilusões, de aparências e fantasias.

O encantado é aquele que se fantasiou com o alfabeto artificial.

E, por isso, todos sofrem em decorrência de tudo que o encantado criou, idealizou, inventou, formou, para a destruição de si mesmo!

Encantado é aquele que por si mesmo se destrói e se acaba sem saber porque.

E, assim, os mestres do encanto hoje todos alarmados e apavorados com o desenrolar dos acontecimentos dos encantados.

Os mestres do encanto, desfavorecidos da natureza, por não conhecerem o que é a natureza.

Por não conhecerem a dona de sua vida e dona de tudo e de todos.

O encantado é aquele que se julga ser dono do mundo.

O encantado é aquele que sai fora das regras normais e naturais da natureza.

O encantado é aquele que desconhece o que é de verdade sobre a existência de tudo.

E, assim, os mestres do encanto, os célebres mestres do encanto, conservadores do encanto, por serem encantados por esse encanto.

Hoje, alarmados, emocionados e impressionados com o verdadeiro desencanto que aí está, o desencanto desse encanto: CULTURA RACIONAL, UNIVERSO EM DESENCANTO.

O desencanto desse encanto está no UNIVERSO EM DESENCANTO.

(Continua nas partes 3 e 4)

 

 

Sobre nalub7

Uma pessoa cuja preocupação única é trabalhar em prol da verdadeira consciência humana, inclusive a própria, através do desenvolvimento do raciocínio, com base nas leis naturais que regem a natureza e que se encontram no contencioso da cultura natural da natureza, a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
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